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Politica

FCP CAMPEÃO

Câmara recebe Campeões FCP

 

A equipa do Futebol Clube do Porto será recebida na Câmara do Porto no próximo sábado, por volta das 20 horas, após a última jornada que será disputada em Guimarães, frente ao Vitória SC.

O Município disponibilizou-se para receber o FC Porto, algo que não acontece desde 1999. A cerimónia realiza-se ao início desta noite de sábado, depois de confirmada pela Liga NOS a antecipação do último compromisso dos Dragões em Guimarães, frente ao Vitória SC (inicialmente marcado para o domingo, dia 13 de maio).

Assim, após o final do jogo, que está marcado para as 16 horas no Estádio D. Afonso Henriques, a direção e equipa do FC Porto regressarão à Invicta para festejar o título de campeões nacionais nos Paços do Concelho, juntando-se aos milhares de adeptos aguardados na Avenida dos Aliados. Outro momento igualmente esperado, que há quase 20 anos não se repete, é a “foto de família” na varanda da Câmara.

Na mesma receção, o Município do Porto já fez saber que irá entregar a Pinto da Costa a Medalha de Honra da Cidade, uma proposta de Rui Moreira que mereceu a concordância de todas as forças políticas e foi esta manhã reiterada em reunião de Câmara.

 

Valores do 25 de Abril são explicados em encontro com jovens estudantes

Valores do 25 de Abril explicados em encontro com jovens

 

“O que é a Liberdade e a Democracia?” é o tema do encontro que vai realizar-se no Teatro do Campo Alegre na manhã de 25 de Abril, na próxima quarta-feira. A sessão destina-se a alunos do 3.º Ciclo e Ensino Secundário, devendo as escolas interessadas inscrever-se previamente.

O que significa e significou o 25 de Abril para aqueles que o viveram em 1974? À volta desta pergunta, entre o antes e o depois da “Revolução dos Cravos”, decorrerá uma conversa com dois convidados, António Monteiro e Deolinda Ramalho, que em 74 eram dois jovens adultos.

Não sendo uma aula de História, esta é uma sessão de “histórias” contadas por quem as viveu. Num registo informal, e pessoa, são abordados valores da liberdade e da democracia.

O encontro, com início às 10 horas, integra o Programa Paralelo do Teatro Municipal do Porto e decorre no âmbito do espetáculo “Pendiente de Voto”.

Inscrições: paralelo.tmp@cm-porto.pt

 

 

Rui Moreira fechou 2017 com melhores contas do milénio no Porto

 

Rui Moreira vai levar à aprovação do Executivo, na próxima terça-feira, um relatório de prestação de contas de 2017 que é histórico e que apresenta as melhores contas do milénio. Nunca a Câmara do Porto deveu tão pouco, apesar de uma evolução patrimonial favorável e de fortes investimentos na área social, no ambiente e na educação. Apesar de ter baixado a carga fiscal sobre os munícipes nos últimos quatro anos, a receita fiscal está a aumentar, o que denota maior atividade económica e um cada vez maior interesse pelo Porto, para trabalhar e residir.

A dívida da Câmara está agora no mínimo histórico deste milénio, situando-se em 31 milhões de euros, cobertos pelo saldo existente, apesar dos investimentos na cidade terem crescido substancialmente nos últimos quatro anos e do prazo de pagamento de facturas a fornecedores ser de apenas 7 dias.

Em síntese, o relatório que foi já distribuído à oposição para que esta possa avaliar mais cedo as contas de 2017, apresenta números que não deixam dúvidas da capacidade de gestão dos Executivos de Rui Moreira e permitirão à Câmara do Porto custear os grandes projetos que estão a entrar em obra, como o Mercado do Bolhão (cujas obras começam já no próximo mês) ou o Terminal Intermodal de Campanhã.

Recorde-se que o relatório refere-se a ano de eleições, evidenciando uma quebra dos custos com pessoal e com aquisição de bens e serviços.

Entre os principais resultados de 2017 destacam-se:

– Uma taxa de execução orçamental de despesa de 78,8% e uma taxa de execução do orçamento da receita, em termos de cobrança, de 115,1%;

– O acréscimo da receita total de 2,7%, cerca de 7,3 milhões de euros, face a 2016.

– As receitas fiscais aumentam 6,9% (8,1 milhões de euros) por força do acréscimo verificado nos impostos diretos, apesar da redução das baixas taxas já praticadas no Porto.

– A utilização de 6,3 milhões de euros de empréstimos, sendo 3,5 milhões de euros do contratualizado com o IHRU, no âmbito do programa Reabilitar para Arrendar e 2,9 milhões de euros do contratualizado com o banco Santander Totta, para cobertura de necessidades de investimento em diversas áreas, nomeadamente na reabilitação/restauração de edifícios, em intervenções na via pública e outras, com destaque para o mercado do Bolhão.

– A variação negativa das despesas com pessoal e com aquisições de bens e serviços face ao previsto em orçamento e que no conjunto é de cerca de menos 15,2 milhões de euros;

– O acréscimo do valor executado em investimentos, pelas empresas municipais e pelo Município, onde se inclui a aquisição do edifício CTT, em resultado da amortização antecipada do leasing financeiro, e de edifícios, no âmbito do exercício dos direitos de preferência.

– A redução da dívida bancária de médio e longo prazo em 6,2% (2,1 milhões de euros).

– Um prazo médio de pagamento a fornecedores (PMPF) de 7 dias.

– O reforço da capacidade de endividamento.

– O endividamento líquido a curto prazo que apresenta um valor negativo de 106 milhões de euros.

– A dívida líquida de curto prazo registou uma redução muito significativa. Em dezembro de 2017, os créditos do Município do Porto para com terceiros superam o valor da dívida bruta, o que, adicionado das disponibilidades, permite a verificação de uma dívida líquida negativa de 106 milhões de euros. Para além das disponibilidades de tesouraria, o Município tem mais a receber (18,7 milhões de euros) do que a pagar (1,2 milhões de euros).

– Na ótica patrimonial destaca-se o resultado líquido do exercício de 14,2 milhões de euros.

O relatório, que será sujeito à aprovação do Executivo na próxima terça-feira e que será analisado pela Assembleia Municipal a 23 de abril, abre com uma nota de Rui Moreira, onde faz notar o cumprimento do seu programa de governo.

 

O Mercado do Bolhão também está na Internet

 

O Mercado do Bolhão tem agora uma morada eletrónica: www.mercadobolhao.pt.

A nova ferramenta pretende ser um convite à descoberta do Mercado Temporário que abre portas dia 2 de maio, no Centro Comercial La Vie, contendo ainda informação sobre a história e a reabilitação do emblemático edifício.

A menos de um mês da transição dos comerciantes do Bolhão para o Mercado Temporário, que vai possibilitar o arranque das obras no emblemático edifício, a Câmara do Porto acaba de lançar o site, já disponível para consulta. O intuito é convidar a população a conhecer detalhadamente o novo espaço, localizado a escassos metros do equipamento municipal, que vai receber obras de restauro e de modernização, durante os próximos dois anos.

Assim, é apresentada online a planta de organização do Mercado Temporário do Bolhão, com todas as áreas de negócio devidamente distinguidas, ao ponto de se poder ver onde ficarão cada uma das bancas dos comerciantes, com recurso à apresentação das suas fotografias individuais.

Muito intuitivo, o novo site apresenta todas as vantagens que os clientes podem obter fazendo compras no Mercado do Bolhão. Na prática, como já informou o portal Porto., a cada cliente é atribuída uma caderneta, na qual é aposto um carimbo por cada compra diária. A soma de carimbos vai dando direito a brindes (na morada eletrónica são indicados quais) e começa logo com o segundo carimbo. Esta campanha de fidelização que se iniciou na segunda-feira prosseguirá no Mercado Temporário do Bolhão até ao dia 9 de julho.

Mais ainda, o sítio online revela todo o histórico do Mercado do Bolhão e a respetiva cronologia das obras, desde o momento em que Rui Moreira anunciou, em 2015, o projeto arquitetónico para a sua reabilitação. Com esta informação detalhada e convenientemente organizada, procura-se dissipar qualquer desinformação que ainda subsista sobre este processo e convocar os portuenses, que há mais de 40 anos pedem obras no Bolhão, a continuar a fazer as suas compras no mercado.

Há também um espaço dedicado à agenda de eventos e um agregador de notícias publicadas no portal Porto. sobre tudo o que diga respeito ao Mercado do Bolhão.

A coordenação do site foi assegurada pelo Gabinete do Mercado do Bolhão, que conduziu o trabalho das equipas de conceção e desenvolvimento (Gotas Decimais) e de design (Estúdio Eduardo Aires).

 

Conheça o programa para comemorar o 25 de Abril

 

Música, fogo de artifício, jogos tradicionais, workshops e um Desfile pela Liberdade são algumas das iniciativas que integram o programa oficial do 44.ª aniversário da Revolução dos Cravos na cidade do Porto. As celebrações iniciam-se na noite de 24 de abril, com um concerto nos Aliados pelo músico portuense Bezegol.

Tal como acontece desde 2016, a Câmara do Porto associa-se às comemorações do Dia da Liberdade, preparando um vasto programa de iniciativas na cidade, em conjunto com a Comissão Promotora das Comemorações Populares do 25 de Abril no Porto, que este ano envolve 19 associações.

Além de vários momentos musicais, o programa inclui um espetáculo de fogo de artifício, diversas atividades para o público infantil, uma homenagem aos resistentes antifascistas e o já tradicional Desfile pela Liberdade.

As comemorações têm início na véspera, a partir das 22 horas de 24 de abril, com um concerto de Bezegol na Avenida dos Aliados.

Quase a completar 12 anos de carreira e com quatro trabalhos editados – Rude Bwoy Stand (2007), Rude EP (2009), Monstro EP (2011) e S.A.C.A.N.A (2013) -, o músico portuense é conhecido por explorar e combinar sonoridades tão diversas como o reggae, o funk, o hip-hop ou até mesmo o fado. Fugir à norma é precisamente o lema criativo deste músico, nascido num bairro social do Porto e dono de um timbre absolutamente singular.

Pouco antes da meia-noite, e a anteceder o lançamento do fogo de artifício, atua o Coral da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que assinalará a entrada no Dia da Liberdade com o tema “Grândola, Vila Morena”, de Zeca Afonso.

No feriado do 25 de Abril, a programação arranca a partir das 10 horas, na Praça D. João I, com uma manhã dedicada aos mais pequenos, com vários jogos tradicionais e ateliês ligados ao tema da revolução e da liberdade.

À tarde, pelas 14 horas, o Museu Militar do Porto recebe uma homenagem aos resistentes antifascistas, cerimónia que antecede o tradicional Desfile pela Liberdade, que arranca no início da Rua do Heroísmo, junto à Ex-PIDE, e ruma até à Avenida dos Aliados.

O dia termina no palco dos Aliados com mais dois momentos musicais: a partir das 15 horas, com a atuação de Caruma e, uma hora mais tarde, com o concerto de Pedro Mestre, intitulado “Campaniça do Despique” e que inclui um coro de Cante Alentejano.

 

Programa completo:

 

Terça-feira, 24 de abril

Avenida dos Aliados

22:00 Concerto Bezegol; Coral de Letras da Universidade do Porto

00:00 Fogo de Artificio

 

Quarta-feira, 25 de Abril

Praça D. João I

10:00 Manhã infantil / Jogos tradicionais

Largo Soares dos Reis

14:00 Homenagem aos Resistentes Antifascistas na ex-PIDE (R. do Heroísmo)

14:30 Desfile da Liberdade

Avenida dos Aliados

15:00 Concerto Caruma

16:00 Concerto Pedro Mestre + Cante Alentejano

 

Coliseu já pode negociar acordo com a Câmara

 

A Associação Amigos do Coliseu do Porto aprovou ontem, por unanimidade, o início das negociações com a câmara para encontrar um modelo jurídico que permita a realização de obras no edifício, orçadas em seis milhões de euros e anunciadas recentemente por Rui Moreira.

A direção está autorizada a “iniciar negociações com a Câmara Municipal do Porto a fim de ser encontrado um modelo e figurino jurídico que permita a realização das obras no Coliseu do Porto e nos seus equipamentos, designadamente através da transmissão do edifício ou da cessão temporária da utilização do edifício, mantendo-se a atividade e gestão do Coliseu Porto, ainda que de forma indireta”, refere a proposta aprovada.

À saída da assembleia-geral extraordinária, o presidente do Coliseu Porto, Eduardo Paz Barroso, disse que a câmara, tal como já o manifestou publicamente, está disponível para encontrar uma solução que permita a realização de obras, assegurando a manutenção e modernização do edifício.

O dirigente explicou que a associação está impossibilitada de realizar obras com fundos próprios ou com recurso a financiamento bancário, os quais mesmo que pudessem ser obtidos colocavam em perigo a manutenção da atividade do coliseu.

Perante esta dificuldade, no final de março, em conferência de imprensa, o presidente da Câmara do Porto, o independente Rui Moreira, disse que quer e pode” reabilitar o coliseu, tendo, para isso, de haver um trespasse do equipamento para a autarquia, através da empresa de Cultura

O trespasse da atividade é a “solução mais adequada” para que a câmara possa assumir a titularidade das obras e assegurar, durante o período da sua reabilitação que implica o seu fecho, a “manutenção” das equipas de trabalho, explicou, na altura.

Rui Moreira entendeu que este é o “modelo mais adequado” porque, de outra forma, não é possível realizar as obras, tendo esta solução sido consensualizada com o Governo e com a Área Metropolitana do Porto que também entendem ser o “melhor”.

Quanto ao trespasse, Moreira adiantou que esse não pode ser feito ao município, mas sim à empresa municipal de Cultura, cujo Tribunal de Contas (TdC) chumbou, tendo a autarquia já recorrido da decisão.

As obras a realizar serão de “pura e dura” manutenção, implicando uma intervenção na torre, a substituição da cobertura, a renovação de infraestruturas de apoio e a recuperação de parte do revestimento interior.

O Coliseu Porto é propriedade da Associação dos Amigos do Coliseu Porto, sem fins lucrativos e com estatuto de utilidade pública, fundada em 1995 para evitar a venda do edifício a uma seita religiosa.

Notícia escrita com recurso à Agência Lusa

 

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