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Eventos

Avalanche de Marco D’Agostin – Festival DDD

Em Avalanche, os dois seres humanos protagonistas estão a ser vistos pelo olho de um Ciclope como poeiras antigas, preservadas num bloco gelo. São dois atlas caminhando na madrugada de um novo planeta sob o peso de uma melancolia milenar. Os vestígios de tudo o que não pôde permanecer atuam como forças invisíveis sobre aquilo que sobreviveu e é agora reconvocado como uma regra, uma coleção, uma lista de possibilidades.
A dança vive numa tensão constante em direção ao infinito da enumeração, buscando desesperadamente um desfecho.
De olhos semicerrados, como para protegerem a visão da luz ofuscante de uma cor nunca vista, agarram o assomo de uma última possibilidade: uma terra de areia e sementes na qual uma outra pessoa irá aprender de novo a deslocar-se depois de o último vestígio ser destruído.

SubLinhar – Festival DDD

Para se escrever a palavra “SubLinhar” é preciso um ponto e traçar linhas com a mão.
Para se falar a palavra “SubLinhar” é preciso que um conjunto de sons saia da nossa boca. Mas há quem seja de poucas palavras… e o que é que acontece quando ficamos sem palavras? Se retirarmos “Linha” à palavra “Sub(Linha)r” podemos usá-la para desenhar no espaço, insinuar formas, texturas, acentuar movimentos, definir direções ou percursos que nos levam a mudar de lugar, fazer perguntas ao mundo e crescer. Nessas trajetórias o corpo “também fala”, repleto de ossos, tendões e músculos, que experiencia o aqui e o agora.

Une maison – Festival DDD

Uma casa como um espaço para reunir o que está fragmentado. Uma casa que encontramos, que construímos, para onde convidamos e da qual saímos. Uma casa que não bloqueia o movimento, mas favorece a circulação. Há um espaço, um interior, concreto ou mental, onde a intimidade e o comum negociam uma história no plural e experimentam juntos fazer poesia. Há espaços ocos que lembram outros habitantes de um dia ou de uma vida, e os fantasmas de cada um, que ocupam a totalidade. Existem vidas com várias durações. Há as musicalidades dos corpos. E há silêncio.

Marengo – Festival DDD

Um projeto da Companhia Instável coproduzido pelo Teatro Municipal do Porto, que tem como objetivo incentivar o trabalho de criadores da cidade do Porto e norte do país. Este projeto possibilita o cruzamento de experiências artísticas e oferece à cidade o contacto com linguagens coreográficas emergentes.
A peça usa como território a mente dela. Constrói-se através dos fluxos racionais do seu pensamento e das abstrações relacionadas com os seus medos e desejos.
“Marengo” é um tom de cinza ou azul. Às vezes a cor é descrita como a cor de um asfalto molhado.

Pequeno Livro de Desmatemática e o Inventão

Vem ouvir duas histórias do autor Manuel António Pina. A Biblioteca fará a leitura em Voz alta das obras “Pequeno Livro de Desmatemática” e “O Inventão”.
A sessão da “Hora do Conto” é seguida de uma oficina criativa.

Chicha, o cão-salsicha

O Chicha é um cão-salsicha capaz de fazer as coisas mais extraordinárias para um cão. Certa vez, disfarçou-se de gato, e numa outra ocasião, pintou quadros enquanto dizia poesia. Sempre pronto a fazer coisas diferentes, o Chicha, que até parece mágico, agora quer muito andar de patins. A história deste mês é mais uma aventura cheia de peripécias e muitas brincadeiras para descobrir sob a batuta engenhosa, performativa e mágica de Rui Ramos, que vai revelar o mundo de encantar saído do seu, nosso, ‘Baú do Contador’. Neste universo fabuloso, até os adultos se divertem a valer!